Os anos na Tecnologia

Os Anos na Tecnologia – Senhor A

Versão em Áudio

Ao longo deste mês de novembro, percebemos que os anos na tecnologia podem ser diferentes para cada um. Portanto, a experiência pode variar de pessoa para pessoa e de região para região.

Para finalizar este mês de novembro, convidei o Senhor A. Grande editor de podcast e alguém que nasceu nos anos 70, para falar um pouco de como foi a sua experiência através dos anos na tecnologia.

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Autorama/Autopista

Uma pista de autorama
Uma pista de autorama

Um autorama, também chamado de autopista é um automóvel em miniatura motorizado ou outro veículo que é guiado por uma trilha na pista. Com isso, um pino ou lâmina se estende da parte inferior do carro para a trilha, guiando o carro.

Embora alguns carros de autorama sejam usados para demonstrar o tráfego rodoviário em algumas maquetes, a grande maioria é usada no hobby competitivo de corridas de autorama.

Os carros de autorama geralmente são modelos de automóveis reais, apesar de alguns modelos serem projetados especificamente para corridas em autorama. A maioria dos entusiastas usam carros disponíveis comercialmente muitas vezes modificados para obter melhor desempenho.

No entanto, outros motorizam modelos estáticos e alguns criam seus próprios carros a partir de peças e materiais básicos. Os motoristas geralmente usam um controle remoto de mão para regular um motor elétrico de baixa tensão instalado dentro do carro.

Tradicionalmente, cada carro funciona em uma pista separada com seu própria trilha. Porém, a tecnologia digital desenvolvida recentemente possa permitir que carros compartilhem e mudem de faixa.

O desafio das corridas de autorama consistem em fazer curvas e ultrapassar obstáculos o mais rápido possível, sem fazer com que o carro perca a aderência, gire para os lados ou saia completamente da pista completamente.

Orelhões

Exemplo de um orelhão
Exemplo de um orelhão

Em 1971, quando chefiava o Departamento de Projetos da Companhia Telefônica Brasileira, Chu Ming Silveira assumiu o desafio de criar um protetor para telefones públicos que reunisse funcionalidade e beleza. Portanto, a partir da forma do ovo, simples e acusticamente a melhor, segundo a arquiteta, foram desenvolvidos os chamados Orelhinha e Orelhão.

Na época de seu lançamento foram denominados pela CTB, Chu I e Chu II, em homenagem à sua inventora. O modelo Chu I, em acrílico cor-de-laranja, foi idealizado para telefones públicos instalados em locais fechados, como estabelecimentos comerciais e repartições públicas. Com isso, o Chu II foi concebido para áreas externas, fabricado em fibra de vidro nas cores laranja e azul, resistente ao sol e à chuva, ao frio e às altas temperaturas brasileiras.

As cidades do Rio de Janeiro e São Paulo receberam os primeiros telefones públicos com os novos protetores, nos dias 20 e 25 de janeiro, respectivamente. A população logo criou apelidos para a novidade, como “Tulipa”, “Capacete de astronauta” e o definitivo, “Orelhão”.